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                                                 Dulcinéia

                                              Catadora

 

 

 

 

                                                                                   projeto irmão Eloísa Cartonera

 

domingo, 05 de julho de 2009

 

 

 

 

Publicações                                                                                                                         sobre o projeto 

                                                                                                                                                                                                              about the project

 

Ademir Demarchi

Do sereno que enche o ganges

Felipe Stefani

O corpo possível

 Lisette Lagnado

Rirkrit e Thomas, em obras

Sebastião Nicomedes

Cátia, Simone e outras marvadas

Alice Ruiz S

Salada de frutas

Flávio Amoreira

Os contornos das serras são adeuses do oceano ao cais

Luis Chaves

Anotações para uma cúmbia

Tatiana Belinky

Estrelíssima do século XXI

Almandrade

Malabarismos das pedras

Floriano Martins

Duas Mentiras

MaicknucleaR

Meu doce valium starlight

Tatiana Fraga

Brasa

André Carneiro

Só dedos

Glauco Mattoso

Delírios líricos
A bicicleta reciclada

Mário Papasquiaro

Respiração do labirinto

 Teruko Oda

Vento leste

Andrea Del Fuego

Nego Fogo

Haroldo de Campos

O anjo esquerdo da poesia

Manoel de Barros

Auto-retrato aos 90 anos

Vera do Val

Os filhos do marimbondo

Antonio Miranda

São Fernando Beira-Mar

Índigo

Minhoca Eulália e outras criaturas

Marcelino Freire

Sertânias

Vera do Val

e Marcelo D'Ávila

Do nada ao infinito

Carlos Pessoa Rosa

 Não sei não

Sobre o nome dado

João Filho

Três sibilas

 Marcelo Ariel

Me enterrem com a minha AR-15
O céu no fundo do mar 

Virginia Medeiros

Studio butterfly

Cristian De Napoli

Palitos e picolés

Joca Reiners Terrón

Transportunhol borracho

Marco Aqueiva

Sóis, outono, sou?

Xico Sá

Tripa de cadela & outras fábulas bêbadas

Daniel Faria

Matéria Prima

Jorge Mautner

Susi

Oswaldo Reynoso

Cara de anjo

Whisner Fraga

O livro dos verbos

Douglas Diegues

Uma flor na solapa da miséria

Rocío

José Geraldo Neres
Pássaros de papel 

Plínio Marcos

Homens de papel
Balada de um palhaço

Wilson Bueno

Chuvosos
Ilhas
O gato peludo...

Eliana Pougy

 Poesiaminha nada

Kolombolo

Samba Paulista

Renan Andrade Holanda

Minialturas

Joca R. Terron (org.)

Antologia bêbada

Eunice Arruda

Olhar

Lau Siqueira

Aos predadores da utopia

 

Ronaldo Bressane

Corpo porco alma lama

 
   

 

   
 
   

 

reportagens e vídeos

 

 

notícias

 
   

Encontro cultural de Passo de Guanxuma

 

 

Lançamento livro de sambas da Alla Kolombolo e do Marcelo Ariel

2 de junho de 2009 - Casa das Rosas - Coletivo Dulcinéia Catadora

(versão final)

 

revista continuum - maio

Sexta-feira, 26 de Junho de 2009

Felipe Stefani e Renan A. Holanda

 
E Tânia Rego não parou de clicar o pessoal no lançamento dos livros O Corpo Possível e Minialturas. Dar câmera na mão de fotógrafa é isso que dá... A Tânia é nossa querida, e sempre que pode está junto com o coletivo.
 

O pessoal foi conferir a ocupação em papelão, em sala na Casa das Rosas.

 

Olha só o Lucas clicado na nossa "ocupação" na Casa das Rosas. Ao fundo, uma frase que fala das diferenças: Picasso, o seu Azul é diferente do meu, do Israel de Abreu.

 

Autógrafos, muitos amigos compareceram ao lançamento de Felipe e Renan. Jovens poetas que agora entram para o nosso "catálogo".

 

 

para degustar...

 

 


 

Ontem, dia 25, que não foi à Casa das Rosas perdeu uma mesa incrível com Cristina Freire e Monica Nador. Com uma clareza absoluta e tranquilidade de quem sabe do que está falando, Cristina falou do artista pesquisador, que não está mais preso ao ateliê, antenado com as questões de seu tempo, comentou projetos colaborativos, em rede, e apresentou "a oficina de editoração" do Eloísa na 27 Bienal; falou também de Miralda e outros tantos artistas que estiveram no Brasil, alguns deles fizeram residência em estados do Br, como Tadej Pogacar, que apresentou na abertura da bienal o desfile da Daspu. DEMAIS!!!
 


 

E Monica encantou a todos ao apresentar vídeo de seu trabalho em Santo André, com o coletivo JAMAC. Ótima maneira de comemorar dois anos de Dulcinéia, retomando o início, a formação do coletivo no Brasil, fruto da convivência e troca de experiências, de visões de mundo que Peterson, Andréa e eu mantivemos com o Eloísa Cartonera, agregando a força da participação do Movimento Nacional dos Catadores de Recicláveis. Um momento para pensar a arte e para repensarmos sempre nossos fazeres e atuação como artistas. Valeu.

Segunda-feira, 22 de Junho de 2009

o que rolou quinta, dia 18

 
Na mesa com Ademir Demarchi, Marcelino Freire, mediada por Carlos Rosa, muito se falou de ação cultural como resistência. Papo-cabeça, Oiticica, Glauco, Waly Salomão, Cooperifa, saraus da cidade, blogs e uma mensagem clara: seguir em frente, minar o campo aos poucos, provocar rachaduras no cimento, na terra seca, que algo brota.

 


 


 
Lançamentos. Uma mensagem carinhosa por vídeo de André Carneiro, e leituras de poemas de Tatiana Fraga com acompanhamento acústico. Palavra contundente, palavra-mulher. Forte. Demais.

 

 

 


Olhaí, nem bem terminamos março e já estamos com um pé na frente, em abril, maio, junho, julho...
É, fora vários lançamentos que divulgaremos em breve, teremos mais agito!

É, em ABRIL (18) teremos lançamento em Santos de livros de Haikai, aqueles (já) famosos, que estamos fazendo em formato A6 (pocket), dos autores Teruko Oda, Eunice Arruda, Regina Alonso e João Tolói. Será na Pinacoteca Benedicto Calixto,sabadão, às 16 horas.

Em MAIO, sairá um conto de nosso amigo Bressane na revista Continuum, do Itaú Cultural, com ilustração nossa. Amamos o lo-conto de Bressane. É o portunhol selbagem devorando o português antropiofagicamente!

Em MAIO também estaremos no ponto de leitura Olido. Mas falta marcar data! Aguardem!

Em JUNHO termos programação intensa na Casa das Rosas - comemoração de 2 ANOS de DULCINÉIA!!! Festão!

Em JULHO também teremos programação intensa. Cruzo os dedos para se confirmar, depois divulgo.

 

Pra valer

 

Fomos a Tiradentes. Na foto, preparação para oficina, no dia seguinte, quinta, e intervenção na sexta. Peterson, Tânia, Ana, Carlos e eu, esquentando as turbinas ao som de blues. Muita gente boa. Conhecemos Bete Bullara, com quem trabalhamos.

Liberdade em Tiradentes

 

Na escadaria, os 60 degraus receberam, cada um, uma palavra. Baseadas na história criada pelas crianças e jovens que participaram da oficina, que recebeu Liberdade como título, as palavras agrupavam-se em torno das idéias de prisão, criação e liberdade. A criação como veículo para a liberdade. Essa tríade se reflete entre os catadores que participam do nosso coletivo. Será a saída?

Tiradentes, Botalivros...

 

E Tiradentes foi uma festa só! Pelas ruas, paradas para poesias.

 

Dulcinéia viaja pela América Latina

   
 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Foto: Ana Dangelo  

 

 

Os livros confeccionados pelo coletivo brasileiro radicado em São Paulo Dulcinéia Catadora ganharam estrada neste final de ano. O projeto foi apresentado durante o II Encontro de Jornalismo para o Desenvolvimento Sustentável na América Latina, promovido pela ONG Avina, em Cartagena das Indias, Colômbia.

Marvadas, de Sebastião Nicomedes, Auto-retrato aos 90, de Manoel de Barros, Sarau, dos poetas da Cooperifa, haikais e outros tantos títulos de autores do nosso continente editados com papel reciclado e capas de papelão pintadas a mão pelos artistas do Dulcinéia Catadora foram recebidos com encantamento pelos 60 jornalistas latino-americanos presentes no encontro.

"É maravilhoso ver este trabalho, vou levar a Guadalajara, quem sabe a idéia não se espalha por lá", comentou o jornalista mexicano Agustín Del Castillo. A fotógrafa colombiana Olga Rodriguez levou dois exemplares de haikais para seus netos e adorou as capas únicas, conservando ainda a rasura do papelão recolhido nas ruas de São Paulo. Os livros viajaram ainda para a Argentina, Paraguai, Uruguai e Chile. "Esta é uma proposta genial que ganha adeptos por onde passa, como um vírus, vai contagiando as pessoas pela arte, pela alegria", disse o professor de Economia da Universidade Iteso do México e colunista do diário Milênio, Luiz Miguel Gonzalez.

A rádio boliviana ligada a Fundação Amigos da Natureza gravou reportagem sobre o selo editorial brasileiro, tratando da sua origem, público envolvido e o princípio da convivência de diferentes universos que orienta o Dulcinéia Catadora.

A partir do ano que vem, o Dulcinéia Catadora estará também na biblioteca da Casa Daros Rio de Janeiro, centro cultural de arte contemporânea que será inaugurado na capital fluminense, com foco na produção latino-americana.
 

Ana Dangelo

 

Guia da Vila e outras notícias...

 

* Quem tiver o Guia da Vila do próximo mês poderá ler uma matéria sobre Dulcinéia Catadora. É conferir.
* Wilson Bueno nos deu mais um título: O Gato Peludo e o Rato-de-sobretudo. Será um lançamento simultâneo. Por enquanto, as cartoneras da Argentina e Paraguai já toparam. Depois vou espalhar para as outras companheiras da América Latina. Lançamentos simultâneos agora são o top de linha. Cartoneras da AL, uni-vos!!!
*
Logo, logo, atravessaremos o Atlântico. Lá vai nossa primeira remessa para Portugal!

Veja São Paulo:

Livros de arte por R$ 5,00

Foto: Fernando Moraes

 

Eduardo Brandão,
sócio da Galeria Vermelho

"Escolhi estes livretos não só pelo preço, mas porque considero que têm o espírito da arte. Eles foram bolados pelo grupo Dulcinéia Catadora, que cria pinturas sobre papelão reciclado. Os próprios integrantes, orientados por artistas plásticos, são os autores."

Onde encontrar: Mercearia São Pedro. Rua Rodésia, 34, Vila Madalena, 3815-7200.

 


Dulcinéia Catadora esteve no Festival de Cinema de Tiradentes participando da Oficina da Bete Bulara - Cineduc -, com intervenção dos jovens oficineiros nas fotografias que eles produziram durante a oficina da Bete e que se baseou em um texto infantil "O equilibrista" de Fernanda Lopes de Almeida, Ed. Ática. Do trabalho saiu um livro com as capas Dulcinéia Catadora desenhada pelos alunos da oficina. Depois, o Cortejo pela cidade, com todos os oficineiros do evento, com banda, megafone e tudo mais, até o Centro Cultural na rua Direita onde a escadaria foi forrada com as palavras relacionadas com Prisão, Criação e Liberdade, o que chamou a atenção de muita gente, até do Jards Macalé, um dos homenageados do evento, e que por coincidência estava hospedado na Pousada Quixote, daí rolou um papo Dulcinéia-Macalé-Quixote no caminho de volta. Eh, viva! Estiveram lá o Peterson, a Lúcia, a Ana (jornalista), Tânia (fotógrafa) - que registrou tudo em vídeo e foto -, e mais eu (escritor e motorista do bando). Agradecimentos ao carinho dos organizadores, especialmente, à Mônica e à Denise que deram todo o apoio necessário para em dois períodos finalizarmos o processo. Depois, fomos todos mais a Bete no "Atrás da Matriz", com boa cerveja e comida que ninguém é de ferro, e muitas idéias para o futuro. E os autores... Tiveram seus textos viajando por outros mares. Logo, logo, teremos as fotos.

 

próximos lançamentos

 

 

 

 

 

Selos cartoneras

 

Animita Cartonera [Chile]

Dulcinéia Catadora [Brasil]

Eloísa Cartonera [Argentina]

La Cartonera [México]

Mandrágora Cartonera [Bolívia]

Sarita Cartonera [Perú]

Yiyi Jambo [Paraguay]

 

 

 

 

 

informações gerais

 

contato: dulcineia.catadora@gmail.com
encomenda:
dulcineiacatadora.pedido@gmail.com
endereço:

Padre João Gonçalves, 100 - V. Madalena
telefone:

81980252
pontos de venda:

São Paulo: Mercearia São Pedro  - Rodésia, 34
Galeria Vermelho - Minas Gerais, 350
O Autor na Praça - Praça Benedito Calixto
Sebo do Bac - Praça Roosevelt
Santos: Livraria Realejo - Marechal Deodoro, 2
Rio de Janeiro: Susane Bach Comércio de Livros Visconde Caravelas, 17