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Design e sustentabilidade
Estética para a venda
Poesias de
Concreto: FolhaSP
Catraca
Livre - Dulcinéia
Grafitemas - Dulcinéia
CBN -
Dulcinéia Catadora
O Estado -
Dulcinéia Catadora
GrafitePoesia Visual-Folha SP
Grafitemas
II
Eliana
Pougy escreveu
uma série de livros
para a editora Ática.
No volume a ser
usado pela oitava
série, apresenta
nosso trabalho,
livros com capas de
papelão. Abre-se
mais um caminho para
a multiplicação
desta prática
artística.
Nos dias 30 de
Novembro e 01 de
Dezembro será
realizado o
“Encontro
Internacional
REVIRAVOLTA
CATADORES”.
Nesse momento tão
decisivo para o
Brasil, nossa
proposta é que
tenhamos caravanas
de todo o Brasil,
bem como
participações
internacionais,
debatendo diversos
temas ligados aos
avanços e desafios
para consolidação
dos direitos
conquistados pelo
MNCR e a articulação
internacional entre
os catadores de
materiais
recicláveis do mundo.
Essa atividade
acontecerá
paralelamente a
audiência pública
nacional que fechará
o Plano Nacional de
Resíduos e nós do
MNCR devemos
acompanhar de perto
esse momento final e
realizar um ato
público em Brasília
com objetivo de
pressionar a
aprovação de nossas
reivindicações no
plano.
O Encontro terá
também um caráter de
celebração. Em 07 de
junho de 2011 o MNCR
completou seus 10
anos de luta. Será o
momento de reunir os
militantes e
relembrar esse
período, além lançar
publicamente o nosso
planejamento interno
para os próximos
cinco anos de lutas.
Movimento
Nacional de
Catadores de
Materiais
Recicláveis - MNCR
www.mncr.org.br
Nossas
companheiras de
Animita
Cartonera,
Chile, farão a
3ª versão do
concurso de
literatura
emergente
Aquí te las
traigo.
Podem se
inscrever
escritores de 18
a 30 anos nas
categorias de
drama, narrativa,
poesia e ensaio
(tema livre).
Lançamento marcado
para o dia 18 de
novembro, na Feira
do Livro realizada
na Galeria Vermelho,
em Sampa, Um Livro
para Desvendar
Mistérios, de Paulo
Bruscky. São 30
fotos PB do artista
que ganham capas de
papelão super
coloridas, como
sempre.
Quem acompanha as
andanças de
Dulcinéia Catadora e
quiser conferir a
ótima matéria
assinada por Paula
Alzugaray na revista
Select, #2,
PORTUNHOL SEM
FRONTEIRAS, vale a
pena. Fala da
ousadia de Douglas
Diegues, do refinado
portunhol de Joca
Reiners Terrón,
usado em traduções
imperdíveis de
escritores não menos
geniais que
borrachos, de todo o
planeta e tempos
diversos. Xico Sá e
Ronaldo Bressane não
lhe escapam. A
matéria trata do
portunhol como uma
língua que rompe
fronteiras, reflexo
de tempos globais, e
se firma como uma
manifestação
literária das
fronteiras
Argentina/Paraguai/Brasil.Curiosa
a interpretação
feita por Paula das
mais de trinta
cartoneras
espalhadas pela
América Latina como
sendo um único
coletivo que, por
suas características
comuns, se
enquadraria no
rótulo de "economias
criativas". Vale
refletir sobre isso.
Sexta-feira, dia 30,
conversei por
telefone com Daniel
Toledo, do Jornal O
Tempo, de BH. Papo
descontraído que deu
origem a esta
matéria publicada
hoje, dia 2 de
outubro, e que pode
ser acessada em
http://www.otempo.com.br/busca/?busca=dulcin%E9ia%20catadora.
Fabio Catador pelo mundo

Exemplares de Fabio Catador em Bonniers Konsthall em Estocolmo, Suécia.Fábio Morais participa de uma coletiva em exibição até janeiro. Apresenta trabalhos e livros. Os exemplares de Fabio Catador têm tiragem limitada, 100, assinados. R$10,00.
Para encerrar seu trabalho no Brasil, Margarida Botelho fez apresentação na 29 Bienal, domingo, 28 às 16 horas.
Margarida deu uma visão geral sobre o trabalho realizado em Moçambique, com crianças em campos de refugiados - a criação de livros intitulados "Encontros", em que as crianças, através de desenhos, resgatam seu passado, levando-o até o presente e projetam o futuro. Uma folha central do livro une imagens do encontro passado/futuro no presente.
Este trabalho foi desenvolvido aqui no Brasil, e tivemos o prazer de fazê-lo em parceria com Margarida.
Fomos ao Jardim Monte Alegre, Pirituba, bairro de periferia a oeste do município de São Paulo. Lá, em uma praça que nasceu espontaneamente pelas mãos da comunidade, liderada por José Aparecido Jonas, Margarida fez oficina de criação de livros que ganharam capas de papelão coloridas e o título, em estêncil,como fazemos com os livros do Dulcinéia Catadora.
Margarida também mostrou, em sua apresentação na Bienal, imagens da oficina que deu aos integrantes do Dulcinéia Catadora, de montagem de bonecos tridimensionais, que depois foram fotografados e usados para ilustrar a história João Despenteado.
Por fim, falou de sua experiência com população ribeirinha na Amazônia, onde também desenvolveu o trabalho de criação de livros com as crianças.
Após apresentação, Margarida autografou o livro, sempre com aquele carinho e simpatia que cativa a todos.


Muitos foram os Encontros. Tantos que, depois desse processo artístico colaborativo é inegável a contaminação e muitas outras propostas começam brotar para serem realizadas no próximo ano pelo Dulcinéia Catadora. Mais um livro em nosso catálogo. Gostaria que todos os títulos nascessem assim, de uma troca intensa, e dessem novos frutos, instigando os jovens do Dulcinéia a mergulhar em novos processos criativos. Tive o prazer de conhecer Margarida, escritora, ilustradora e artista que, como eu, acredita na indissociabilidade do binômio arte/vida.
 O parque Dr. Fernando Costa, que costumamos chamar de Parque da Água Branca, tem entrada pela Av. Matarazzo, mas quem preferir, pode entrar pela rua Rua Ministro Godói. O lançamento será no Espaço PraLer.Às 11:30 daremos oficina de pintura de capas. Os participantes montarão o livro do lançamento com suas capas e o levarão para casa, com direito a autógrafo da Margarida Botelho, autora de João Despenteado, que os integrantes do Dulcinéia ilustraram! Ainda no sábado à tarde, imperdível será a feira de livros de artistas na Galeria Vermelho, rua Minas Gerais, 350. Nossos livros estarão lá. E no domingo, às 16 horas, Margarida Botelho fará uma palestra na Bienal, sobre sua experiência em Sampa e no Amazonas.


É isso aí! Papelão colorido, recheado de contos de Kátia de Mello-Gerlach e Victor Paes- livros prontinhos para seguir para o Rio. Dulcinéia aTravessa o Brasil e participa do 6ºevento literário Cidade aTravessa, com dois lançamentos. Sexta, fim de tarde, 17:30, hora de muitos devaneios, encontros, papos e literatura; armazenar energias para o fim de semana.
Aí estão, alguns dos poucos exemplares de Akademia, nas prateleiras de Tijuana, Galeria Vermelho. A edição, feita pela Universidade de Wisconsin-Madison, chegou ao Brasil e recebeu capas adicionais de papelão.


Livia Lima, que escreveu um ensaio incluído no DVD do livro e foi colaboradora do Dulcinéia Catadora.

João Carrascoza dá início aos cortes! Sim, a compra envolvia a escolha do exemplar e o corte do fio que costura o caderno à capa e está preso à caixa-mãe. E assim se passou a noite do lançamento na Vermelho.
Quem não gosta de pegar um livro, sentar debaixo de uma árvore e curtir a tranquilidade de uma tarde de leitura? Parece quase impossível aqui em Sampa, não?Quase, mas o pessoal da Poiesis conseguiu essa proeza. Dia 26 de julho, segunda-feira, será inaugurado o Espaço de Leitura PraLer no Parque da Água Branca, rua Ministro Godói, 180. Nossos livros estarão lá, pra quem quiser curtir. Parabéns a nossos amigos da Poiesis, Tatiana, Marcela, enfim, são todos muito queridos.


Estivemos na Escola Municipal Prof. Maria Conceição Luz, em Itanhaém, na semana cultural para dar oficina de montagem de livros. Os livros que escolhemos para levar foram: "Os filhos do marimbondo, de Vera do Val" e "Matéria-Prima, de Daniel Faria". Todos se entusiasmaram ao produzir as capas e pela leitura. Alguns além de tinta, usaram até tecido para colagem.
Fomos super bem recebidos pelas Professoras Patricia e Carla. Obrigada!
No Largo da Batata distribuímos cem livros!

Rebecca, que veio de Wisconsin, EUA, e está participando da oficinas, também vestiu a capa e ajudou na distribuição. Livro nas ruas, para todos.
Guilherme se empolgou e esticou o braço para alcançar passageiros de ônibus.
Até de pequenas lojas as pessoas esticavam o braço para terem o seu exemplar.
Israel tomou conta do megafone e comandou o grupo, anunciando o coletivo, convidando as pessoas a se aproximarem e escolherem um livro.
Marronzinho, senhoras, crianças, motoqueiros, passageiros de ônibus, até motorista de ônibus ganhou livro! Macário, carroceiro, levou os livros e entrou na dança.
Enfim, valeu! Próximo mês definiremos o local da distribuição.

E o bando da leitura, um ponto de leitura no Paraná, situado à RUA ROBERTO AUER, 141. VILA FERROVIÁRIOS, coordenado por Lucélia, inicia a confecção de livros de papelão inspirado no Coletivo Dulcinéia Catadora.
As crianças assistiram aos vídeos de H2Horas e já têm conto de Thaty Marcondes para fazer o primeiro livro! Parabéns, queremos acompanhá-los.

assista DVD do trabalho Cronópios-Dulcinéia Catadora
Fotos da Festa na Casa das Rosas



Levei Quatro
Quartos, de
Monique Revillion e
Duas Palavras,
de Altair Martins.
Contos incríveis.
Estar com os autores
é fundamental. Agora
temos autores do Sul:

De Quatro
Quartos, vai um
trecho do final de A
Peste:
Queria te contar que
desde aquela noite,
estou me sentindo
estranho. Estranho,
ora, diferente. Não
comentei com ninguém,
mas o pior é que
aquilo tudo agora
acontece comigo. A
verdade é que me dá
um ódio danado cada
vez que eu imagino
alguém com aquele
sorriso esquisito.
Acho que eu nunca
tinha sentido nada
parecido, nem tinha
dito essa palavbra
antes, ódio. O que
me incomoda, o que
me assusta até, é
essa coisa dentro de
mim, exatamente, mas
exatamente como
quando se come caqui
verde, o mesmo nó
nas tripas e a mesma,
idêntica, vontade de
vomitar. E a raiva
quando enxergo
alguém com aquele
sorriso, quando o
olho não ri junto,
só a boca levanta e
arreganha os dentes,
mas sem alegria
nenhuma do rosto da
pessoa.

E de Duas
Palavras, um
parágrafo de
Presença, conto
inédito:
Então apertei a mão
de Filipe e entendi
que havíamos perdido
diferentemente uma
mesma pessoa. Ele
estava despedaçado,
amparando as meninas
ali, me consolando
aqui. Era um homem
de rara grandeza.
Não esperaria menos:
era um homem para
Laura, sim. Olhando
nós dois ao redor de
um caixão simbólico,
onde pusemos objetos
distintos que
lembravam a mesma
mulher, percebi que
fazíamos de tudo
para que o mínimo
rastro dela nos
permitisse uma tal
despedida ao menos
digna. Mas Laura era
imensa, e o caixão
ao centro parecia
naufragar, apesar de
tanto esforço duplo.
Dois homens à deriva,
pensei alto. Ele
perguntou o que era,
e eu disse "nós dois,
à deriva", mas ainda
assim ele ficou sem
entender, apertou as
minhas mãos com
modos de mulher,
tornando-se mais
corajoso à minha
vista. Nada falei, e
fui buscar café para
nós dois.
Delícia participar
com tanta gente boa
desse evento
literário em Porto
Alegre.Muitas trocas,
poemas por toda
parte. A mala com
muuuuuitos livros,
mais cheia do que na
ida.
De Cazé recebi
Macromundo,
Uma ave de origami
montada com
guardanapo
ganha vida de
repente,
no palito de dente
empalada,
voa bonita no vento
apesar do
sangramento,
seu sofrimento
abreviado
quando o papel é
amassado.
De Sidnei Schneider,
Quichiligangues,
Oceaníade
menina,
os peixes a moldaram,
até fazer dela uma
deusa
saída das ondas
tanto a beijaram
que a menina-moça
em troca
moldou a boca dos
peixes
até se tornar mulher
na boca curva
apta para o seuo e o
lábio
restou o gosto
que tentam limpar
na água salobra
do mar
e veio Marcelo
Benvenutti, com
Arquivo Morto,
que agarra os olhos
da gente na primeira,
antes até de
xeretarmos o arquivo
de A a Z:
A palavra escrita é
mais que uma lei. A
palavra escrita é
ordem desregrada de
nossos pensamentos.
Mas os nossos
pensamentos, esses
sentimentos que vêm
lá do fundo, lá da
alma, somente se
revelam no olhar.
Se alguém tiver o
olhar perdido, sua
alma está viajando
em outra. Se tiver
um olhar alegre, sua
alma está correndo
de pés descalços. Se
tiver um olhar
caloroso, sua alma
está desenando outra.
Se tiver o olhar
centrado, sua alma
está ocupada.
Mas, cuidado. Se seu
olhar fugir dos
outros, mostrar-se
vazio e uniforme,
sua alma está morta.
Convém nos
afastarmos das almas
mortas.
E por aí vai,
azar do personagem,
de Reginando Pujol
Filho, Solidão
Calcinada, de
Bárbara Lia,
Água Passante,
de Liana Timm,
Só Poesia, de
Vladimir Cunha
Santos e muuuuitos
outros.
Encontros, rever
Luís Serguilha,
Marcelino Freire,
Xico Sá, queridos
colaboradores,
conhecer Cris Cubas,
Marcela e Guilherme,
que estiveram comigo
na praça da
Alfândega, em
oficina no sábado.
Estar com Fernando
Ramos, queridíssimo.
Foi ótimo mergulhar
na literatura por
alguns dias.
Dulcinéia Catadora
estará presente na
FESTIPOA

Anote aí o endereço,
para acompanhar a
programação.
http://festipoaliteraria2010.blogspot.com/

Estaremos Lá!

Entre nossos livros agora temos dois volumes de
Mehr Als Bücher,
edição em português/alemão, espanhol/alemão com uma amostra de
autores de várias cartoneras latino-americanas.
Ausias Navarro, num surto poético, quase heróico, desbravador de
fronteiras, promoveu oficinas, apresentações de poesia e
discussões, e contou com Claudia Wente, Timo Berger, Jana Winkel,
Miriam Müller, Diana Grothues, Stefan Degenkolbe, que fizeram
parte da turma animada de poetas/tradutores que realizaram essa
proeza.
As oficinas foram dadas apenas pelo pessoal do Eloísa Cartonera,
porque o MINC não concedeu passagem a um representante do
Dulcinéia Catadora, convidado a participar do evento...na escala
de relevância, cartoneras e catadora não ganham muitos pontos
por aqui...
João Filho, Marcelo Ariel, Maicknuclear, Sebastião Nicomedes e
Alice Ruiz, autores colaboradores do Dulcinéia Catadora, foram
selecionados e tiveram tradução para o alemão, integrando o
livro Mehr Als Bücher,
montado em julho de 2009, em Berlim, que agora chega às minhas
mãos. É isso mesmo, BERLIM!!!
Interessante esse movimento das cartoneras que fura barreiras
junto com os imigrantes e aos poucos ocupa tantos territórios.
Palavras cavando espaços em outros continentes. Não sei por quê,
acabo de me lembrar de um filme em que alemães da Alemanha
Oriental cavam um túnel para conseguir passar para o outro lado.
E conseguiram!!!
Sorte para vocês aí!

Na foto: Samuel, Luiz, Adriana, Vania, Kamila, Renan, eu,
Eduardo e Maiane
POEMAGEM foi o nome escolhido por Maiane (na ponta, à direita)
para título do livro de poesias visuais feitas pela turma que
participou das oficinas e também deu nome à exposição, no Centro
Cultural do Grajaú (Palhaço Carequinha).
De quebra, vai aí uma amostra, feita por Eduardo:


Próxima semana terminaremos uma oficina de grafite + poesia
visual no Projeto Anchieta, Grajaú,como parte do Projeto Jovens
Urbanos.
A foto é de Manuela C. Oristanio, pra registrar Vania com a mão
na lata.


Grafitema ficará no Centro Cultural da Juventude - dia 13
estaremos lá, a partir de 17 horas e quem não puder ir poderá
aparecer por lá até 3 de abril.
E, pra quem quiser ver um "compacto" dos três anos de atividade
do Dulcinéia, entre em:
web.me.com/marcoslrosa/dulcineiacatadora

Pode parecer sofisticado demais, mas me agrada essa saudação.
Desejar vida longa não é privilégio de ninguém, muito menos
das elites. Se não deixamos de ouvir Long Live the Queen
enquanto os olhos lêem essa saudação ao coletivo, por outro
lado afirmamos o pensamento de que também a nos é facultado
esse direito de viver muito, muito tempo, sem pretendermos
governar ninguém, mas simplesmente viver o fazer artístico
com o outro, a troca acalorada de palavras e às vezes até
sentir o calor dos corpos unidos (quando não apertados)em
volta das mesas do ateliê. Não escapam disso descuidados
esbarrões com o pincel cheio de tinta, camisetas carimbadas
de vermelho, azul e mais, o chão cheio de restos de papelão.
Sim, o papelão tem um cheiro inconfundível. É chegar à porta
e saber que lá é o ateliê do Dulcinéia Catadora. Nenhum
outro ateliê cheira a papelão. Afinal, valorizamos as
diferenças, não é???
E nesse clima de tintas e pinturas, propusemos em reunião,
dia 21 de janeiro, muitas atividades para o ano de 2010, e
depois, porque o Dulcinéia terá vida longa, é claro.
Na sala, Maurício Abelha, Guilherme, Sérgio e Manuela,
Nando,Rodrigo e eu discutimos desde como conseguir cópias
mais baratas, para mantermos a autossustentabilidade, até
como faremos para vender mais livros. Os Saraus serão
lugares mais frequentados pelos integrantes do coletivo que
venderão os livros e receberão com essa venda, se venderem,
claro. Se alguém vender cinco livros, ganha R$30,00 e se
vender mais leva o saldo para o coletivo. Todos animados,
Long Live Dulcinéia Catadora!!!!
Questões de controle interno como os livros de estoque,
livro-caixa, livro de pedidos foram inevitáveis. Teremos
todos esses livros não literários, mas necessários para uma
atividade organizada, com as responsabilidades divididas
entre todos os integrantes do grupo.
As entrevistas serão dadas pelo grupo no dia em que o Abelha
estiver com o grupo. Isto quer dizer que eu, Lúcia, não
estarei mais presente nesses contatos com a imprensa, a
mídia, estudantes e interessados. Chegamos à conclusão de
que é muito mais interessante ouvi-los. Cada integrante faz
uma leitura diferente dos conceitos que fundamentam as
atividades do coletivo e isso é interessante. A minha
leitura já foi dada, apresentada, filmada, redigida,
documentada nesses três anos de atividade e não preciso mais
repeti-la. Os artigos, vídeos, entrevistas estão à
disposição na Internet.
O Abelha cuidará do livro-caixa, Guilherme do livro de
estoque e Manu do livro de pedidos.
Também este ano tentaremos conseguir o bilhete único para os
integrantes, o que já é uma bela vantagem.
Por enquanto, manteremos o preço do livro, R$6,00, e a
retirada por tarde ou manhã de atividade, R$30,00.
E eu, Lúcia estarei no ateliê apenas uma vez por semana. Os
outros dias, terei atividade de sobra: falar com escritores,
selecionar e editar livros, palestras, oficinas, projetos
and so on...
Continuaremos funcionando duas vezes por semana - então, no
dia que eu não estiver, o Maurício será o encarregado pelas
atividades.
Todos estão bastante interessados em continuar as
intervenções e em atuar no espaço público pelo menos uma vez
a cada três meses. Então, estaremos bastante pelas ruas.
E a primeira intervenção será assim que terminar a exposição
no CCJ, Centro Cultural da Juventude, em abril: levaremos o
material para diversos pontos da cidade.
O primeiro lançamento será o livro do Abelha, de poesias
visuais, no dia da abertura da exposição, no CCJ, 13 de
março, às 17 horas.
Também vamos entrar em contato com outras instituições e ver
possibilidades de realizar exposições.
Falamos sobre aquela velha ideia de parceria com catadores e
ter livros nossos vendidos por eles, uma forma de conseguir
que eles gerem uma renda com os livros. Vamos batalhar para
realizar essa ideia.
Bem, Vida Longa Ao Dulcinéia!!!

Desde a criação do coletivo Dulcinéia Catadora
tínhamos a intenção de atravessar águas divisoras e
formar parcerias com autores de língua portuguesa. E
Luís Serguilha, escritor e poeta português, marcou o
início desse processo, com seu livro
Korso.
Este ano teremos mais um escritor português no
catálogo e procuramos ter a participação de
escritores de países africanos de língua portuguesa.
Consideramos também a possibilidade de disseminar a
ideia de criação de projetos semelhantes no
continente africano.
Luís Serguilha é escritor respeitado no Brasil e,
com orgulho, podemos acrescentar às suas obras o
livro
Korso, confeccionado por nós com carinho.
Korso pode ser encomendado, bastando enviar o pedido
para nosso e-mail, dulcineia.catadora@gmail.com.
Além de ter capas únicas, pintadas à mão, é vendido
por R$6,00 e chega bem rápido pelo correio.
O livro estabelece um diálogo com poemas de Luci
Collin e Ana Maria Ramiro e a elas é dedicado.
Aí vai uma amostra:
linhas-de-fuga-dos-inescritos
As cascas dos pêndulos da cosmopolização descolam-se
entre os carregadores de matrizes da vinhagem (rufar
CIBERNÉTICO das estirpes: as glandes dos VITRAIS ¬¬¬
unificam dos radares da
mordoma-mor-das-esquadras-lácteas) e as morfinas
imprevistas dos portos localizam as terminologias
ópticas das ROSAS VELOZES
que enigmaticamente
aspiram as incubações das lamas luminosas
onde os halos das aterragens revisitam os búzios
pensativos dos atlas-hinos para balouçarem nas
boleias dos socalcos aéreos
(abantesmas-interruptores dos pórticos interiores a
enforcarem as camaratas fotográficas nas
centopeias-néons: as abóboras escoam os sons das
ferraduras até à computação do tórax lunar)
Nas gradações artesianas das placentas
transatlânticas os caçadores de válvulas flamejam
porque desencadeiam
os arpões magníficos dos lugares “INESCRITOS”
IMPRESSORAS dos RUMORES das cividades
balouçando na voluptuosidade dos crisântemos
(bailados dos pássaros-meridianos das contexturas
excêntricas)
“No céu como diamantes ”as minúsculas ânforas de
mercúrio coordenam as pautas das jóias no arquejante
gérmen das acelerações cerâmicas
e os relâmpagos insaciáveis da seara contrariam a
soberana demarcação dos astros da escrita
como um contorno explosivo da actínia a vislumbrar a
cordoagem do cavalo ultramarino
que digere os cruzamentos da lava outonal (vulcânica
poeta a purificar os ervateiros-medulares e os
arquitectos menstruais como cisternas de dialectos a
acolher os violinistas-das-monções na ferocidade da
espiral vermelha: o enigma fascinador da sua
existência sela as baías da respiração das luzes:
bússolas a reconciliarem os animais guerrilheiros
das polinizações)
As fronteiras-tochas do canavial flutuam
sobre o andamento das vertiginosas substâncias
porque a caçada antropófaga asila-se nos
ancoradouros-incalculáveis das veias dos núcleos da
futuração
(a vaticinação química dos equinócios inclina-se nas
manufacturas caleidoscópicas das raízes
para irisar os fechos dos filamentos lucífugos)
DIAMANTE diluviano a extasiar as constelações das
ressonâncias entre os mênstruos das penínsulas
aracnídeas onde os corpos hipnóticos das palavras
desabrocham clepsidras nas flamívomas ervas: as
ruminações das mandíbulas desmantelam os chocalhos
das danças autobiográficas (profusamente os
protectores dos pavões das laranjeiras aclamam os
cânticos arquitectónicos dos alfarrabistas e as
argilas genuínas concebem respiráculos silenciosos
para ascenderem iluminadamente nas tecedeiras
invencíveis das caravanas da obscuridade
ENCICLOPÉDIAS de vespas fulminantes no cio inaugural
dos itinerários dos abismos autorais ____ grão
selvático no refluxo magnético dos navios da
linguagem arterialmente inoxidável)
¬¬¬¬¬¬¬___”PARTO DO NADA”__ escorpião-vermelho
liquefazendo o abate selectivo das telas giratórias
da respiração e o anzol das vocalizações cinge as
aves brancas do sangue (ourives imaginário a
tropeçar no universo dos violinos de fogo para
serpentear entre os fórceps do crocodilo-do-aquário
e a rosácea prestidigitadora
que furiosamente subtrai os corredores das tendas
herbívoras às meninges zodiacais: os óvulos-bibalves
dos reservatórios da animalidade forjam as moléculas
do arsenal dos candelabros até à rebentação dos
diafragmas onomatopaicos (fundo perfeito dos enxames
impacientes: as respirações primitivas electrocutam
as pedrarias e os bichos cantam a sexualidade na
profundidade dos espelhos)
Para os
que ficaram curiosos, recomendamos a leitura de
crítica sobre as construções poéticas de Serguilha,
realizada por Eclair Almeida e Bruna Ferraz, do
grupo de Estudos Blanchoeanos da Universidade de
Brasília e postado pela revista germina:
http://www.germinaliteratura.com.br/2009/literatura_dez2009_eclairalmeidaebrunaferraz.htm
É isso aí, Dulcinéia Catadora e
Meiotom, sempre dividindo o
mesmo espaço.
A todos, nosso desejo dobrado de
um Bom Ano Novo!

Em setembro estivemos na
Matilha Cultural e só agora
conseguimos uma foto do
trabalho, uma instalação
livresca, colorida, tudo
papelão. Então vai aí, para
registrar.
|
E foi movimentado o lançamento de SigniCidade, muitos amigos por lá, autógrafos, muito bate-papo prá lá de animado.
Para encher os olhos, vai aí o primeiro de
Paralelo enzimático 46o40’
nove movimentos pelas ruas de São Paulo
1983
I
Destes todos poetas
de dúvidas e baratos
exala um jeito de resto:
a gastronomia do gasto.
Os que empacam e
param no ato,
cortando,
retocando o indispensável,
cavam a troca
do already made (o já era)
pelo não desfeito

E está aí Guilherme, skate de um lado e grafite de outro.
E pra quem viu e bateu a curiosidade para saber como foram as oficinas, um pouco do processo de criação da instalação Grafitemas. No início, a exploração do espaço, propostas de construção de corredores que depois se tornou inviável, uma vez que na biblioteca é preciso respeitar as "rotas de circulação". Mas, mesmo assim, vale a pena ver o vídeo feito por Silvana Rosso. O clima transpira energia, empolgação, todos se movimentando, trocando idéias.

GRAFITEMA: exposição de
trabalhos dos participantes
das oficinas de Poesia
Visual+ Grafite. No piso
superior da biblioteca,
trabalho de Maurício Abelha,
que cria grafites incríveis
e também é integrante do
Dulcinéia Catadora.


Mmmmmmmmmmmmmmmmmm
wwwwwwwwwwwwwwwwwwww
jardim
das delícias, márcia
matos
E terminamos de montar
Pluresia: livro de
poemas visuais feitos
pelos participantes da
oficina que acabamos de
dar esta semana, na
Biblioteca Alceu Amoroso
Lima.
Lançaremos, como
parte da
programação do
Balada Literária,
comandada por
Marcelino Freire,
SigniCidade,
de
Frederico
Barbosa.
dia 21, a partir
das 21 horas, na
Mercearia São
Pedro
rua rodésia, 34
- Vila Madalena
- SP
LANÇAMENTO NA MERCEARIA


E amanhã, dia 7
de novembro,
será realizado
mais um encontro
de Haikai, no
Colégio Santo
Agostinho. Rua
Apeninos, 155,
das 9:00 às
16:00 horas.
O evento terá
palestras,
concurso de
composição de
haikai e venda
de livros.
Dulcinéia
Catadora estará
presente com
livros de Teruko
Oda, Eunice
Arruda, Regina
Alonso, que será
uma das
palestrantes,
João Tolói, e a
antologia de
alunos do
Colégio.
Leia um haikai ,
só para dar água
na boca:
PROGRAMAÇÃO CULTURAL DA
BIBLIOTECA ALCEU AMOROSO
LIMA
Novembro de 2009
POESIA
VISUAL +
GRAFITE
Com o
COLETIVO
DULCINÉIA
CATADORA
Dulcinéia
Catadora é
um coletivo
que edita
livros com
capas de
papelão
pintadas a
mão. Conta
com a
participação
de
escritores,
artistas,
catadores e
filhos de
catadores. O
coletivo faz
parte da
rede de
selos
cartoneros
na América
Latina,
composta
pelo núcleo
Eloísa
(Argentina),
Sarita
Cartonera
(Peru),
Yerba Mala (Bolívia),
Yiyi Jambo (Paraguai),
Animita
(Chile), La
Cartonera
(México).
Esses
projetos
possibilitam
a divulgação
de novos
autores por
toda a
América
Latina,
trilhando um
caminho
próprio,
fora do
mercado
editorial.
Nos meses de
outubro e
novembro, o
coletivo
Dulcinéia
Catadora
promove, na
Biblioteca
Alceu
Amoroso
Lima,
projeto
centrado na
poesia
visual,
que consiste
na
realização
de uma
oficina de
criação de
poesia
visual e
outra de
grafite, com
a
transposição
de poesias
visuais para
um suporte
diferente:
placas de
papelão.
Essa forma
de
apresentação
funde
linguagens
diversas e
abre
possibilidades
para um
trabalho
calcado no
experimentalismo,
uma
tentativa de
trabalhar
com
linguagens
híbridas.
Serão
montados cem
exemplares
do livro com
a produção
das oficinas,
com capas de
papelão,
distribuídos
aos
participantes
das oficinas
na data de
encerramento
das
atividades.
Haverá
também uma
exposição
dos
trabalhos
realizados,
com abertura
marcada para
o dia
21 de
novembro, às
14 h,
que
integrará as
atividades
da Balada
Literária.
OFICINA
DE
CRIAÇÃO
DE
POEMAS
VISUAIS
Com
LÚCIA
ROSA e
LÍVIA
LIMA
Será
desenvolvido
o
seguinte
programa:
1
Formação
de
repertório:
Grupo
Frente,
Ruptura,
Noigrandes;
Concretismo
X
Neoconcretismo;
Poesia
multimídia
–
novos
suportes.
2
Poesia
visual:
linguagem
híbrida.
3
Grupo
Noigrandes
(análise
de
poemas).
Prática
de
criação.
4
Ferreira
Gullar
e
neoconcretismo
-
apresentação
de
artistas
que
têm
uma
produção
poética:
Lygia
Pape,
Waltércio
Caldas
e
Willys
de
Castro.
Prática
de
criação.
5
Discussão
sobre
o
que
foi
produzido.
A partir
de 16
anos. 30
vagas. 3as
feiras
das 19h
às 21h
Dias 3,
10 e 17
de
novembro
OFICINA
DE
CRIAÇÃO
ARTÍSTICA
Com
LÚCIA
ROSA e
EYMARD
RIBEIRO
A
oficina
trabalhará
como
agregar
formas
de
expressão
visual à
palavra
através
da
análise
de
poemas
visuais
(tipografia)
e
grafites
e
prática
de
criação.
A partir
de 16
anos. 30
vagas. 2as
feiras
das 19h
às 21h
Dias 9 e
16 de
novembro

E quem tiver
tempo para
ouvir
entrevista
sobre o
coletivo a
Oscar
D'Ambrosio,
da rádio
UNESP, vai
aí o
endereço:

POESIA
VISUAL +
GRAFITECom o
COLETIVO
DULCINÉIA
CATADORA
Dulcinéia
Catadora
promove, na
Biblioteca
Alceu
Amoroso
Lima,
projeto
centrado na
poesia
visual, que
consiste na
realização
de uma
oficina de
criação de
poesia
visual e
outra de
grafite, com
a
transposição
de poesias
visuais para
um suporte
diferente:
placas de
papelão.
Essa forma
de
apresentação
funde
linguagens
diversas e
abre
possibilidades
para um
trabalho
calcado no
experimentalismo,
uma
tentativa de
trabalhar
com
linguagens
híbridas.
Serão
montados cem
exemplares
do livro com
a produção
das oficinas,
com capas de
papelão,
distribuídos
aos
participantes
das oficinas
na data de
encerramento
das
atividades.
Haverá
também uma
exposição
dos
trabalhos
realizados,
com abertura
marcada para
o dia 21 de
novembro, às
14 h,
juntamente
com as
atividades
da Balada
Literária.

Muitas apresentações e workshops.
Aqui, ao lado de vitrine com livros
cartoneros, em frente a biblioteca da
universidade de Rutgers.
A oficina foi sexta feira, dia 9, para
esse grupo em uma escola especializada
em atendimento a adolescentes
problemáticos... rótulo deles, não meu!
Uma das capas, só para registrar.
O livro de Vera do Val, que reconta
lendas do Rio Negro, foi montado por
eles com tradução para o inglês.
E fizeram exposição de livros.
Também teve apresentação dos
representantes de sete
Cartoneras.

Amanhã começa a maratona em
New Jersey. Tomo o trem das
7. Chego lá às oito e entro
direto em sala de aula para
apresentação. Lá vai
Dulcinéia Catadora!
Depois escrevo com calma
sobre tudo.
O livro feito em Madison tem
trabalho de Lívia Lima no CD
e traz foto de Carlos Rosa
com capa de papelão e
megafone, pelas ruas de
Sampa. e eu não estou com o
marido, mas carrego-o pra
cima e pra baixo. Página
144. Depois vai dar para
conferir. Receberemos 100
livros. Impressos em
português e inglês. Ainda
colocaremos as capas de
papelão sobre a capa
convencional.
Eventos en McNally Jackson Books Ana
Arzoumanian, Marcos Wasem, Dulcinéia
Catadora: O Pós-modernismo acabou ...
Jueves 15 de Octubre , 7 PM New York
Dulcinéia Catadora: un proyecto
editorial, independiente, alternativo,
colectivo, cooperativo... una
redefinición de las prácticas artísticas.
http://www.dulcineiacatadora.blogspot.com/
Con la participación de Lúcia Rosa y
Katia Bandeira de Mello-Gerlach

O Autor na Praça antecipa o Dias das
Crianças com lançamentos do
Dulcinéia Catadora
Próximo sábado, dia 3 de outubro a
partir das 14 horas
Lançamento de dois livros
infanto-juvenis pelo projeto
Dulcinéia Catadora:
“Estrelíssima” de Tatiana Belinky e
“O gato peludo e o rato de
sobre-tudo” de Wilson Bueno
Quem passar por lá poderá participar
de oficina de confecção de livros.
Espaço Plínio Marcos - Tenda na
Feira de Artes da Praça Benedito
Calixto - Pinheiros.Informações:
Edson Lima
Gente, demais esses meninos. Provaram
que o coletivo anda muito bem, todos
juntos, recebendo com a maior alegria os
autores Alice RuizS, Ná Ozzetti e Neco
Prates na Mercearia S Pedro. Todos muito
queridos.


Recebemos uma ligação de Denise
Tangerino nos convidando para
fazermos uma intervenção no
saguão da ESPM, por ocasião de
um evento pra lá de acadêmico.
Essa é a turma do mestrado que
nos ajudou a fazer a montagem,
melhor dizendo, participou da
intervenção com o Dulcinéia
Catadora.
É Dulcinéia acumulando
papelão em novos terrenos, e
por aí vamos.

Dulcinéia Catadora: Publishing + Activism
October 15 2009, 7:00pm - 8:00pm
With Lúcia
Rosa y Katia Bandeira de Mello-Gerlach
Brazilian press Dulcinéia Catadora is an
artistic group that publishes books with
cardboard covers. Launched in February, 2007 by
the artist Lúcia Rosa, it was joined by
cardboard collectors and their children (among
them: Andréia Ribeiro, Marlon Emboava, Peterson
Marques - all of them are around 19 years old),
as well as the writers Carlos P. Rosa, Rodrigo
Ciríaco and Douglas Diegues who contribute,
edit, puiblicize and even sell the books.
The group believes that this relationship
between people with different backgrounds,
activities, and views of the world is always a
positive and enriching experience to everybody.
It values the work of cardboard collectors,
social inclusion and the development of the
creative and artistic potential of its members.
As a daily practice, the group buys cardboard
cases collected in the streets by collectors
called "carroceiros" (street collectors) at a
price higher than that paid at "sucatas"
(commercial outlets that buy scrap). These boxes
are cut in a A4 size and then the pieces of
cardboard are painted with gouache by all
members of the group. Each book is sold for 5
reais. Besides being a way of bringing income,
these activities developed in the studio promote
self-esteem, encourage people to share
experiences, and to enjoy making a creative
work. The atelier is an open space, a meeting
place. To publicize the work of new and unknown
writers is another fundamental goal of the
project.
The group derived from Eloísa Cartonera, a
well-known group which began its activities in
Argentina almost five years ago, with an
intensive artistic and social work.
Lançamento de Katia Bandeira de Mello-Gerlach e
Raimundo Carrero (novos autores Dulcinéia
Catadora)
E além do bate-papo na terça, montaremos um
muro com mais de 200 livros. Vai ser legal,
quem quiser, apareça!

E pra quem estiver curioso para saber
sobre o Congresso de las Cartoneras em
Madison, aí vai o site:
É entrar pra conferir. Eu estarei na
mesa ao lado de Douglas Diegues,
apresentando Dulcinéia Catadora a las 16
da tarde do dia 8 de outubro.
Salve!!!!!!
Aí, gente, muita coisa pra rolar já, já.
Lançamentos de poetas e escritores
importantes:
Frederico Barbosa, Signicidade
Ricardo Domeneck, Corpos e Palanques
Luís Serguilha, Korso
Alice RuizS, Ná Ozetti e Neco Prates, Três
Linhas
Acompanhem!
Também:
Semana Dulcinéia Catadora na Mercearia São
Pedro!
Estamos preparando a Antologia Trêbada, com
escritores que frequentam a Merça e não
participaram da primeira, a famosa Antologia
Bêbada, que teve edição nova, com capas de
pãpelão, ano passado. Está para "estourar"
até o fim de agosto. Nos vemos na Merça,
então!
E Mais:
Johana Kunin, que está pesquisando todas as
cartoneras da América Latina, num
recorrido prá lá de bacana, desde
janeiro deste ano, chegou em Sampa pra ficar
com a gente na oficina por uns tempos. Quer
conhecer a hermosa Johana? Passe lá, na
oficina!
Besos a todos, fico por aqui.
Entrevista Lúcia Rosa publicada no PNET
Literatura
Lançamento livro de sambas da Alla Kolombolo
e do Marcelo Ariel
2 de junho de 2009 - Casa das Rosas -
Coletivo Dulcinéia Catadora
(versão final)
Muito animado o evento que encerrou nossa
programação na Casa das Rosas. Marcelo
Ariel autografou O Céu no Fundo do Mar,
belíssimo livro. O segundo dele para o nosso
"catálogo". Me Enterrem com a Minha AR15 foi
lançado em 2007.



Participamos, dias 20, 21 e 22, do
Salon Light, feira de livros e
impressos que aconteceu na Galeria
Vermelho, onde nossos livros são
vendidos, em parceria com o CNEAI
(Centre National de l'Édition et de
l'Art Imprimé, França). E a troca
entre os integrantes do JAMAC e
Dulcinéia Catadora foi muito boa!
Livros com fundo pintado em guache à
la Dulcinéia, mais impressão
serigráfica à la JAMAC. O resultado,
essas capas, prenúncio de um
trabalho conjunto que logo, logo
será realizado.
Lucas, 17 anos, há mais de um
ano no Dulcinéia, gostou demais.
E a feira, primeirona no Brasil,
foi agitadíssima. Muitos
artistas transitando, querendo
conhecer o pessoal do CNEAI,
trocas de trabalhos, escambo do
mais puro, e-mails etc. Valeu
pessoal da Vermelho/Tijuana -
Edu, Ana, Carol, Marina, Marcos,
Caio, todos queridos.
E Tânia Rego não parou de clicar o
pessoal no lançamento dos livros O Corpo
Possível e Minialturas. Dar câmera na
mão de fotógrafa é isso que dá... A
Tânia é nossa querida, e sempre que pode
está junto com o coletivo.
O pessoal foi conferir a ocupação em
papelão, em sala na Casa das Rosas.
Olha só o Lucas clicado na nossa
"ocupação" na Casa das Rosas. Ao
fundo, uma frase que fala das
diferenças: Picasso, o seu Azul
é diferente do meu, do Israel de
Abreu.
Autógrafos, muitos amigos
compareceram ao lançamento
de Felipe e Renan. Jovens
poetas que agora entram para
o nosso "catálogo".


Ontem, dia 25, que
não foi à Casa das
Rosas perdeu uma
mesa incrível com
Cristina Freire e
Monica Nador. Com
uma clareza absoluta
e tranquilidade de
quem sabe do que
está falando,
Cristina falou do
artista pesquisador,
que não está mais
preso ao ateliê,
antenado com as
questões de seu
tempo, comentou
projetos
colaborativos, em
rede, e apresentou
"a oficina de
editoração" do
Eloísa na 27 Bienal;
falou também de
Miralda e outros
tantos artistas que
estiveram no Brasil,
alguns deles fizeram
residência em
estados do Br, como
Tadej Pogacar, que
apresentou na
abertura da bienal o
desfile da Daspu.
DEMAIS!!!

E Monica encantou a
todos ao apresentar
vídeo de seu
trabalho em Santo
André, com o
coletivo JAMAC.
Ótima maneira de
comemorar dois anos
de Dulcinéia,
retomando o início,
a formação do
coletivo no Brasil,
fruto da convivência
e troca de
experiências, de
visões de mundo que
Peterson, Andréa e
eu mantivemos com o
Eloísa Cartonera,
agregando a força da
participação do
Movimento Nacional
dos Catadores de
Recicláveis. Um
momento para pensar
a arte e para
repensarmos sempre
nossos fazeres e
atuação como
artistas. Valeu.
Na mesa com Ademir Demarchi,
Marcelino Freire, mediada por Carlos
Rosa, muito se falou de ação
cultural como resistência.
Papo-cabeça, Oiticica, Glauco, Waly
Salomão, Cooperifa, saraus da cidade,
blogs e uma mensagem clara: seguir
em frente, minar o campo aos poucos,
provocar rachaduras no cimento, na
terra seca, que algo brota.

Lançamentos. Uma mensagem carinhosa
por vídeo de André Carneiro, e
leituras de poemas de Tatiana Fraga
com acompanhamento acústico. Palavra
contundente, palavra-mulher. Forte.
Demais.

Olhaí, nem bem terminamos março e já estamos com
um pé na frente, em abril, maio, junho, julho...
É, fora vários lançamentos que divulgaremos em
breve, teremos mais agito!
É, em ABRIL (18) teremos lançamento em Santos de
livros de Haikai, aqueles (já) famosos, que
estamos fazendo em formato A6 (pocket), dos
autores Teruko Oda, Eunice Arruda, Regina Alonso
e João Tolói. Será na Pinacoteca Benedicto
Calixto,sabadão, às 16 horas.
Em MAIO, sairá um conto de nosso amigo Bressane
na revista Continuum, do Itaú Cultural, com
ilustração nossa. Amamos o lo-conto de Bressane.
É o portunhol selbagem devorando o português
antropiofagicamente!
Em MAIO também estaremos no ponto de leitura
Olido. Mas falta marcar data! Aguardem!
Em JUNHO termos programação intensa na Casa das
Rosas - comemoração de 2 ANOS de DULCINÉIA!!!
Festão!
Em JULHO também teremos programação intensa.
Cruzo os dedos para se confirmar, depois divulgo.


Fomos a Tiradentes. Na foto, preparação
para oficina, no dia seguinte, quinta, e
intervenção na sexta. Peterson, Tânia,
Ana, Carlos e eu, esquentando as
turbinas ao som de blues. Muita gente
boa. Conhecemos Bete Bullara, com quem
trabalhamos.

Na escadaria, os 60 degraus
receberam, cada um, uma palavra.
Baseadas na história criada pelas
crianças e jovens que participaram
da oficina, que recebeu Liberdade
como título, as palavras agrupavam-se
em torno das idéias de prisão,
criação e liberdade. A criação como
veículo para a liberdade. Essa
tríade se reflete entre os catadores
que participam do nosso coletivo.
Será a saída?


E Tiradentes foi uma festa
só! Pelas ruas, paradas para
poesias.
Foto: Ana
Dangelo
Os livros confeccionados pelo coletivo brasileiro
radicado em São Paulo Dulcinéia Catadora ganharam
estrada neste final de ano. O projeto foi
apresentado durante o II Encontro de Jornalismo para
o Desenvolvimento Sustentável na América Latina,
promovido pela ONG Avina, em Cartagena das Indias,
Colômbia.
Marvadas, de Sebastião Nicomedes, Auto-retrato aos
90, de Manoel de Barros, Sarau, dos poetas da
Cooperifa, haikais e outros tantos títulos de
autores do nosso continente editados com papel
reciclado e capas de papelão pintadas a mão pelos
artistas do Dulcinéia Catadora foram recebidos com
encantamento pelos 60 jornalistas latino-americanos
presentes no encontro.
"É maravilhoso ver este trabalho, vou levar a
Guadalajara, quem sabe a idéia não se espalha por lá",
comentou o jornalista mexicano Agustín Del Castillo.
A fotógrafa colombiana Olga Rodriguez levou dois
exemplares de haikais para seus netos e adorou as
capas únicas, conservando ainda a rasura do papelão
recolhido nas ruas de São Paulo. Os livros viajaram
ainda para a Argentina, Paraguai, Uruguai e Chile. "Esta
é uma proposta genial que ganha adeptos por onde
passa, como um vírus, vai contagiando as pessoas
pela arte, pela alegria", disse o professor de
Economia da Universidade Iteso do México e colunista
do diário Milênio, Luiz Miguel Gonzalez.
A rádio boliviana ligada a Fundação Amigos da
Natureza gravou reportagem sobre o selo editorial
brasileiro, tratando da sua origem, público
envolvido e o princípio da convivência de diferentes
universos que orienta o Dulcinéia Catadora.
A partir do ano que vem, o Dulcinéia Catadora estará
também na biblioteca da Casa Daros Rio de Janeiro,
centro cultural de arte contemporânea que será
inaugurado na capital fluminense, com foco na
produção latino-americana.
Ana Dangelo
* Quem tiver o Guia da Vila do próximo mês
poderá ler uma matéria sobre Dulcinéia Catadora.
É conferir.
* Wilson Bueno nos deu mais um título: O Gato
Peludo e o Rato-de-sobretudo. Será um lançamento
simultâneo. Por enquanto, as cartoneras da
Argentina e Paraguai já toparam. Depois vou
espalhar para as outras companheiras da América
Latina. Lançamentos simultâneos agora são o top
de linha. Cartoneras da AL, uni-vos!!!
*
Logo, logo, atravessaremos o Atlântico. Lá vai
nossa primeira remessa para Portugal!
Veja São Paulo:
Livros de arte
por R$ 5,00
Foto: Fernando Moraes
Eduardo Brandão,
sócio da Galeria Vermelho
"Escolhi estes livretos não só pelo preço, mas
porque considero que têm o espírito da arte. Eles
foram bolados pelo grupo Dulcinéia Catadora, que
cria pinturas sobre papelão reciclado. Os próprios
integrantes, orientados por artistas plásticos, são
os autores."
• Onde
encontrar: Mercearia São Pedro. Rua Rodésia, 34,
Vila Madalena,
3815-7200.
Dulcinéia Catadora esteve no Festival de Cinema de
Tiradentes participando da Oficina da Bete Bulara -
Cineduc -, com intervenção dos jovens oficineiros
nas fotografias que eles produziram durante a
oficina da Bete e que se baseou em um texto infantil
"O equilibrista" de Fernanda Lopes de Almeida, Ed.
Ática. Do trabalho saiu um livro com as capas
Dulcinéia Catadora desenhada pelos alunos da oficina.
Depois, o Cortejo pela cidade, com todos os
oficineiros do evento, com banda, megafone e tudo
mais, até o Centro Cultural na rua Direita onde a
escadaria foi forrada com as palavras relacionadas
com Prisão, Criação e Liberdade, o que chamou a
atenção de muita gente, até do Jards Macalé, um dos
homenageados do evento, e que por coincidência
estava hospedado na Pousada Quixote, daí rolou um
papo Dulcinéia-Macalé-Quixote no caminho de volta.
Eh, viva! Estiveram lá o Peterson, a Lúcia, a Ana (jornalista),
Tânia (fotógrafa) - que registrou tudo em vídeo e
foto -, e mais eu (escritor e motorista do bando).
Agradecimentos ao carinho dos organizadores,
especialmente, à Mônica e à Denise que deram todo o
apoio necessário para em dois períodos finalizarmos
o processo. Depois, fomos todos mais a Bete no "Atrás
da Matriz", com boa cerveja e comida que ninguém é
de ferro, e muitas idéias para o futuro. E os
autores... Tiveram seus textos viajando por outros
mares. Logo, logo, teremos as fotos.
p róximos
lançamentos
Selos
cartoneras
Animita Cartonera [Chile]
Dulcinéia Catadora [Brasil]
Eloísa Cartonera [Argentina]
La Cartonera [México]
Mandrágora Cartonera [Bolívia]
Sarita Cartonera [Perú]
Yiyi Jambo [Paraguay]
informações
gerais
contato:
dulcineia.catadora@gmail.com
encomenda:
dulcineiacatadora.pedido@gmail.com
endereço:
Padre João Gonçalves, 100 - V. Madalena
telefone:
81980252
pontos de venda:
São
Paulo:
Mercearia São Pedro
- Rodésia, 34
Galeria Vermelho - Minas Gerais,
350
O Autor na Praça - Praça Benedito Calixto
Sebo do Bac - Praça Roosevelt
Santos: Livraria Realejo - Marechal Deodoro, 2
Rio de Janeiro: Susane Bach Comércio de Livros
Visconde Caravelas, 17
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