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Design e sustentabilidade
Estética
para a venda
Poesias de Concreto: FolhaSP
Catraca Livre - Dulcinéia
Grafitemas - Dulcinéia
CBN - Dulcinéia Catadora
O Estado - Dulcinéia Catadora
GrafitePoesia Visual-Folha SP
Grafitemas II
Pode parecer sofisticado demais, mas me agrada essa saudação. Desejar vida longa não é privilégio de ninguém, muito menos das elites. Se não deixamos de ouvir Long Live the Queen enquanto os olhos lêem essa saudação ao coletivo, por outro lado afirmamos o pensamento de que também a nos é facultado esse direito de viver muito, muito tempo, sem pretendermos governar ninguém, mas simplesmente viver o fazer artístico com o outro, a troca acalorada de palavras e às vezes até sentir o calor dos corpos unidos (quando não apertados)em volta das mesas do ateliê. Não escapam disso descuidados esbarrões com o pincel cheio de tinta, camisetas carimbadas de vermelho, azul e mais, o chão cheio de restos de papelão. Sim, o papelão tem um cheiro inconfundível. É chegar à porta e saber que lá é o ateliê do Dulcinéia Catadora. Nenhum outro ateliê cheira a papelão. Afinal, valorizamos as diferenças, não é???
E nesse clima de tintas e pinturas, propusemos em reunião, dia 21 de janeiro, muitas atividades para o ano de 2010, e depois, porque o Dulcinéia terá vida longa, é claro.
Na sala, Maurício Abelha, Guilherme, Sérgio e Manuela, Nando,Rodrigo e eu discutimos desde como conseguir cópias mais baratas, para mantermos a autossustentabilidade, até como faremos para vender mais livros. Os Saraus serão lugares mais frequentados pelos integrantes do coletivo que venderão os livros e receberão com essa venda, se venderem, claro. Se alguém vender cinco livros, ganha R$30,00 e se vender mais leva o saldo para o coletivo. Todos animados, Long Live Dulcinéia Catadora!!!!
Questões de controle interno como os livros de estoque, livro-caixa, livro de pedidos foram inevitáveis. Teremos todos esses livros não literários, mas necessários para uma atividade organizada, com as responsabilidades divididas entre todos os integrantes do grupo.
As entrevistas serão dadas pelo grupo no dia em que o Abelha estiver com o grupo. Isto quer dizer que eu, Lúcia, não estarei mais presente nesses contatos com a imprensa, a mídia, estudantes e interessados. Chegamos à conclusão de que é muito mais interessante ouvi-los. Cada integrante faz uma leitura diferente dos conceitos que fundamentam as atividades do coletivo e isso é interessante. A minha leitura já foi dada, apresentada, filmada, redigida, documentada nesses três anos de atividade e não preciso mais repeti-la. Os artigos, vídeos, entrevistas estão à disposição na Internet.
O Abelha cuidará do livro-caixa, Guilherme do livro de estoque e Manu do livro de pedidos.
Também este ano tentaremos conseguir o bilhete único para os integrantes, o que já é uma bela vantagem.
Por enquanto, manteremos o preço do livro, R$6,00, e a retirada por tarde ou manhã de atividade, R$30,00.
E eu, Lúcia estarei no ateliê apenas uma vez por semana. Os outros dias, terei atividade de sobra: falar com escritores, selecionar e editar livros, palestras, oficinas, projetos and so on...
Continuaremos funcionando duas vezes por semana - então, no dia que eu não estiver, o Maurício será o encarregado pelas atividades.
Todos estão bastante interessados em continuar as intervenções e em atuar no espaço público pelo menos uma vez a cada três meses. Então, estaremos bastante pelas ruas.
E a primeira intervenção será assim que terminar a exposição no CCJ, Centro Cultural da Juventude, em abril: levaremos o material para diversos pontos da cidade.
O primeiro lançamento será o livro do Abelha, de poesias visuais, no dia da abertura da exposição, no CCJ, 13 de março, às 17 horas.
Também vamos entrar em contato com outras instituições e ver possibilidades de realizar exposições.
Falamos sobre aquela velha ideia de parceria com catadores e ter livros nossos vendidos por eles, uma forma de conseguir que eles gerem uma renda com os livros. Vamos batalhar para realizar essa ideia.
Bem, Vida Longa Ao Dulcinéia!!!

Desde a criação do coletivo
Dulcinéia Catadora tínhamos
a intenção de atravessar
águas divisoras e formar
parcerias com autores de
língua portuguesa. E Luís
Serguilha, escritor e poeta
português, marcou o início
desse processo, com seu
livro Korso.
Este ano teremos mais um
escritor português no
catálogo e procuramos ter a
participação de escritores
de países africanos de
língua portuguesa.
Consideramos também a
possibilidade de disseminar
a ideia de criação de
projetos semelhantes no
continente africano.
Luís Serguilha é escritor
respeitado no Brasil e, com
orgulho, podemos acrescentar
às suas obras o livro
Korso,
confeccionado por nós com
carinho. Korso pode ser
encomendado, bastando enviar
o pedido para nosso e-mail,
dulcineia.catadora@gmail.com.
Além de ter capas únicas,
pintadas à mão, é vendido
por R$6,00 e chega bem
rápido pelo correio.
O livro estabelece um
diálogo com poemas de Luci
Collin e Ana Maria Ramiro e
a elas é dedicado.
Aí vai uma amostra:
linhas-de-fuga-dos-inescritos
As cascas dos pêndulos da
cosmopolização descolam-se
entre os carregadores de
matrizes da vinhagem (rufar
CIBERNÉTICO das estirpes: as
glandes dos VITRAIS ¬¬¬
unificam dos radares da
mordoma-mor-das-esquadras-lácteas)
e as morfinas imprevistas
dos portos localizam as
terminologias ópticas das
ROSAS VELOZES
que enigmaticamente
aspiram as incubações das
lamas luminosas
onde os halos das aterragens
revisitam os búzios
pensativos dos atlas-hinos
para balouçarem nas boleias
dos socalcos aéreos
(abantesmas-interruptores
dos pórticos interiores a
enforcarem as camaratas
fotográficas nas
centopeias-néons: as
abóboras escoam os sons das
ferraduras até à computação
do tórax lunar)
Nas gradações artesianas das
placentas transatlânticas os
caçadores de válvulas
flamejam porque desencadeiam
os arpões magníficos dos
lugares “INESCRITOS”
IMPRESSORAS dos RUMORES das
cividades
balouçando na voluptuosidade
dos crisântemos
(bailados dos
pássaros-meridianos das
contexturas excêntricas)
“No céu como diamantes ”as
minúsculas ânforas de
mercúrio coordenam as pautas
das jóias no arquejante
gérmen das acelerações
cerâmicas
e os relâmpagos insaciáveis
da seara contrariam a
soberana demarcação dos
astros da escrita
como um contorno explosivo
da actínia a vislumbrar a
cordoagem do cavalo
ultramarino
que digere os cruzamentos da
lava outonal (vulcânica
poeta a purificar os
ervateiros-medulares e os
arquitectos menstruais como
cisternas de dialectos a
acolher os
violinistas-das-monções na
ferocidade da espiral
vermelha: o enigma
fascinador da sua existência
sela as baías da respiração
das luzes: bússolas a
reconciliarem os animais
guerrilheiros das
polinizações)
As fronteiras-tochas do
canavial flutuam
sobre o andamento das
vertiginosas substâncias
porque a caçada antropófaga
asila-se nos
ancoradouros-incalculáveis
das veias dos núcleos da
futuração
(a vaticinação química dos
equinócios inclina-se nas
manufacturas caleidoscópicas
das raízes
para irisar os fechos dos
filamentos lucífugos)
DIAMANTE diluviano a
extasiar as constelações das
ressonâncias entre os
mênstruos das penínsulas
aracnídeas onde os corpos
hipnóticos das palavras
desabrocham clepsidras nas
flamívomas ervas: as
ruminações das mandíbulas
desmantelam os chocalhos das
danças autobiográficas (profusamente
os protectores dos pavões
das laranjeiras aclamam os
cânticos arquitectónicos dos
alfarrabistas e as argilas
genuínas concebem
respiráculos silenciosos
para ascenderem
iluminadamente nas
tecedeiras invencíveis das
caravanas da obscuridade
ENCICLOPÉDIAS de vespas
fulminantes no cio inaugural
dos itinerários dos abismos
autorais ____ grão selvático
no refluxo magnético dos
navios da linguagem
arterialmente inoxidável)
¬¬¬¬¬¬¬___”PARTO DO NADA”__
escorpião-vermelho
liquefazendo o abate
selectivo das telas
giratórias da respiração e o
anzol das vocalizações cinge
as aves brancas do sangue (ourives
imaginário a tropeçar no
universo dos violinos de
fogo para serpentear entre
os fórceps do
crocodilo-do-aquário e a
rosácea prestidigitadora
que furiosamente subtrai os
corredores das tendas
herbívoras às meninges
zodiacais: os
óvulos-bibalves dos
reservatórios da animalidade
forjam as moléculas do
arsenal dos candelabros até
à rebentação dos diafragmas
onomatopaicos (fundo
perfeito dos enxames
impacientes: as respirações
primitivas electrocutam as
pedrarias e os bichos cantam
a sexualidade na
profundidade dos espelhos)
Para os que ficaram
curiosos, recomendamos a
leitura de crítica sobre as
construções poéticas de
Serguilha, realizada por
Eclair Almeida e Bruna
Ferraz, do grupo de Estudos
Blanchoeanos da Universidade
de Brasília e postado pela
revista germina:
http://www.germinaliteratura.com.br/2009/literatura_dez2009_eclairalmeidaebrunaferraz.htm
É isso aí,
Dulcinéia Catadora e Meiotom,
sempre dividindo o mesmo espaço.
A todos, nosso desejo dobrado de
um Bom Ano Novo!
Em setembro
estivemos na Matilha
Cultural e só agora
conseguimos uma foto do
trabalho, uma instalação
livresca, colorida, tudo
papelão. Então vai aí, para
registrar.

E foi movimentado o lançamento de SigniCidade, muitos amigos por lá, autógrafos, muito bate-papo prá lá de animado.
Para encher os olhos, vai aí o primeiro de
Paralelo enzimático 46o40’
nove movimentos pelas ruas de São Paulo
1983
I
Destes todos poetas
de dúvidas e baratos
exala um jeito de resto:
a gastronomia do gasto.
Os que empacam e
param no ato,
cortando,
retocando o indispensável,
cavam a troca
do already made (o já era)
pelo não desfeito.
E está aí Guilherme, skate de um lado e grafite de outro. E pra quem viu e bateu a curiosidade para saber como foram as oficinas, um pouco do processo de criação da instalação Grafitemas. No início, a exploração do espaço, propostas de construção de corredores que depois se tornou inviável, uma vez que na biblioteca é preciso respeitar as "rotas de circulação". Mas, mesmo assim, vale a pena ver o vídeo feito por Silvana Rosso. O clima transpira energia, empolgação, todos se movimentando, trocando idéias.

GRAFITEMA: exposição de trabalhos dos participantes das oficinas de Poesia Visual+ Grafite. No piso superior da biblioteca, trabalho de Maurício Abelha, que cria grafites incríveis e também é integrante do Dulcinéia Catadora.

Mmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmm
wwwwwwwwwwwwwwwwwwwwwwwwwwW
jardim das delícias, márcia matos
E terminamos de montar Pluresia: livro de poemas visuais feitos pelos participantes da oficina que acabamos de dar esta semana, na Biblioteca Alceu Amoroso Lima.
Lançaremos, como parte da programação do Balada Literária, comandada por Marcelino Freire, SigniCidade, de Frederico Barbosa.
dia 21, a partir das 21 horas, na Mercearia São Pedro
rua rodésia, 34 - Vila Madalena - SP
LANÇAMENTO NA MERCEARIA

E amanhã, dia 7 de novembro, será realizado mais um encontro de Haikai, no Colégio Santo Agostinho. Rua Apeninos, 155, das 9:00 às 16:00 horas.
O evento terá palestras, concurso de composição de haikai e venda de livros.
Dulcinéia Catadora estará presente com livros de Teruko Oda, Eunice Arruda, Regina Alonso, que será uma das palestrantes, João Tolói, e a antologia de alunos do Colégio.
Leia um haikai , só para dar água na boca:
Dentro do cinema
Barulhinho irritante
Salgadas pipocas
(Gabriel O. Cruz)
PROGRAMAÇÃO CULTURAL DA BIBLIOTECA ALCEU AMOROSO LIMA
Novembro de 2009
POESIA VISUAL + GRAFITE
Com o COLETIVO DULCINÉIA CATADORA
Dulcinéia Catadora é um coletivo que edita livros com capas de papelão pintadas a mão. Conta com a participação de escritores, artistas, catadores e filhos de catadores. O coletivo faz parte da rede de selos cartoneros na América Latina, composta pelo núcleo Eloísa (Argentina), Sarita Cartonera (Peru), Yerba Mala (Bolívia), Yiyi Jambo (Paraguai), Animita (Chile), La Cartonera (México). Esses projetos possibilitam a divulgação de novos autores por toda a América Latina, trilhando um caminho próprio, fora do mercado editorial.
Nos meses de outubro e novembro, o coletivo Dulcinéia Catadora promove, na Biblioteca Alceu Amoroso Lima, projeto centrado na poesia visual , que consiste na realização de uma oficina de criação de poesia visual e outra de grafite, com a transposição de poesias visuais para um suporte diferente: placas de papelão. Essa forma de apresentação funde linguagens diversas e abre possibilidades para um trabalho calcado no experimentalismo, uma tentativa de trabalhar com linguagens híbridas. Serão montados cem exemplares do livro com a produção das oficinas, com capas de papelão, distribuídos aos participantes das oficinas na data de encerramento das atividades. Haverá também uma exposição dos trabalhos realizados, com abertura marcada para o dia 21 de novembro, às 14 h , que integrará as atividades da Balada Literária.
OFICINA DE CRIAÇÃO DE POEMAS VISUAIS
Com LÚCIA ROSA e LÍVIA LIMA
Será desenvolvido o seguinte programa:
1 Formação de repertório: Grupo Frente, Ruptura, Noigrandes; Concretismo X Neoconcretismo; Poesia multimídia – novos suportes.
2 Poesia visual: linguagem híbrida.
3 Grupo Noigrandes (análise de poemas). Prática de criação.
4 Ferreira Gullar e neoconcretismo - apresentação de artistas que têm uma produção poética: Lygia Pape, Waltércio Caldas e Willys de Castro. Prática de criação.
5 Discussão sobre o que foi produzido.
A partir de 16 anos. 30 vagas. 3 as feiras das 19h às 21h
Dias 3, 10 e 17 de novembro
OFICINA DE CRIAÇÃO ARTÍSTICA
Com LÚCIA ROSA e EYMARD RIBEIRO
A oficina trabalhará como agregar formas de expressão visual à palavra através da análise de poemas visuais (tipografia) e grafites e prática de criação.
A partir de 16 anos. 30 vagas. 2 as feiras das 19h às 21h
Dias 9 e 16 de novembro
E quem tiver tempo para ouvir entrevista sobre o coletivo a Oscar D'Ambrosio, da rádio UNESP, vai aí o endereço:
POESIA VISUAL + GRAFITECom o COLETIVO DULCINÉIA CATADORA Dulcinéia Catadora promove, na Biblioteca Alceu Amoroso Lima, projeto centrado na poesia visual, que consiste na realização de uma oficina de criação de poesia visual e outra de grafite, com a transposição de poesias visuais para um suporte diferente: placas de papelão. Essa forma de apresentação funde linguagens diversas e abre possibilidades para um trabalho calcado no experimentalismo, uma tentativa de trabalhar com linguagens híbridas. Serão montados cem exemplares do livro com a produção das oficinas, com capas de papelão, distribuídos aos participantes das oficinas na data de encerramento das atividades. Haverá também uma exposição dos trabalhos realizados, com abertura marcada para o dia 21 de novembro, às 14 h, juntamente com as atividades da Balada Literária.
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Muitas apresentações e workshops.
Aqui, ao lado de vitrine com livros cartoneros, em frente a biblioteca da universidade de Rutgers.
A oficina foi sexta feira, dia 9, para esse grupo em uma escola especializada em atendimento a adolescentes problemáticos... rótulo deles, não meu!
Uma das capas, só para registrar.
O livro de Vera do Val, que reconta lendas do Rio Negro, foi montado por eles com tradução para o inglês.
E fizeram exposição de livros.
Também teve apresentação dos representantes de sete Cartoneras.

Amanhã começa a maratona em New Jersey. Tomo o trem das 7. Chego lá às oito e entro direto em sala de aula para apresentação. Lá vai Dulcinéia Catadora!
Depois escrevo com calma sobre tudo.
O livro feito em Madison tem trabalho de Lívia Lima no CD e traz foto de Carlos Rosa com capa de papelão e megafone, pelas ruas de Sampa. e eu não estou com o marido, mas carrego-o pra cima e pra baixo. Página 144. Depois vai dar para conferir. Receberemos 100 livros. Impressos em português e inglês. Ainda colocaremos as capas de papelão sobre a capa convencional.
Eventos en McNally Jackson Books Ana Arzoumanian, Marcos Wasem, Dulcinéia Catadora: O Pós-modernismo acabou ...
Jueves 15 de Octubre , 7 PM New York
Dulcinéia Catadora: un proyecto editorial, independiente, alternativo, colectivo, cooperativo... una redefinición de las prácticas artísticas.
http://www.dulcineiacatadora.blogspot.com/
Con la participación de Lúcia Rosa y Katia Bandeira de Mello-Gerlach

O Autor na Praça antecipa o Dias das Crianças com lançamentos do Dulcinéia Catadora
Próximo sábado, dia 3 de outubro a partir das 14 horas
Lançamento de dois livros infanto-juvenis pelo projeto Dulcinéia Catadora:
“Estrelíssima” de Tatiana Belinky e
“O gato peludo e o rato de sobre-tudo” de Wilson Bueno
Quem passar por lá poderá participar de oficina de confecção de livros.
Espaço Plínio Marcos - Tenda na Feira de Artes da Praça Benedito Calixto - Pinheiros.Informações: Edson Lima
Gente, demais esses meninos. Provaram que o coletivo anda muito bem, todos juntos, recebendo com a maior alegria os autores Alice RuizS, Ná Ozzetti e Neco Prates na Mercearia S Pedro. Todos muito queridos.


Recebemos uma ligação de Denise Tangerino nos convidando para fazermos uma intervenção no saguão da ESPM, por ocasião de um evento pra lá de acadêmico.
Essa é a turma do mestrado que nos ajudou a fazer a montagem, melhor dizendo, participou da intervenção com o Dulcinéia Catadora.
É Dulcinéia acumulando papelão em novos terrenos, e por aí vamos.

Dulcinéia
Catadora: Publishing + Activism
October 15
2009, 7:00pm - 8:00pm
With Lúcia Rosa y Katia Bandeira de Mello-Gerlach
Brazilian press Dulcinéia Catadora is an artistic group that publishes books with cardboard covers. Launched in February, 2007 by the artist Lúcia Rosa, it was joined by cardboard collectors and their children (among them: Andréia Ribeiro, Marlon Emboava, Peterson Marques - all of them are around 19 years old), as well as the writers Carlos P. Rosa, Rodrigo Ciríaco and Douglas Diegues who contribute, edit, puiblicize and even sell the books.
The group believes that this relationship between people with different backgrounds, activities, and views of the world is always a positive and enriching experience to everybody. It values the work of cardboard collectors, social inclusion and the development of the creative and artistic potential of its members. As a daily practice, the group buys cardboard cases collected in the streets by collectors called "carroceiros" (street collectors) at a price higher than that paid at "sucatas" (commercial outlets that buy scrap). These boxes are cut in a A4 size and then the pieces of cardboard are painted with gouache by all members of the group. Each book is sold for 5 reais. Besides being a way of bringing income, these activities developed in the studio promote self-esteem, encourage people to share experiences, and to enjoy making a creative work. The atelier is an open space, a meeting place. To publicize the work of new and unknown writers is another fundamental goal of the project.
The group derived from Eloísa Cartonera, a well-known group which began its activities in Argentina almost five years ago, with an intensive artistic and social work.
Lançamento de Katia Bandeira de Mello-Gerlach e Raimundo Carrero (novos autores Dulcinéia Catadora)
E além do bate-papo na terça, montaremos um muro com mais de 200 livros. Vai ser legal, quem quiser, apareça!

E pra quem estiver curioso para saber sobre o Congresso de las Cartoneras em Madison, aí vai o site:
É entrar pra conferir. Eu estarei na mesa ao lado de Douglas Diegues, apresentando Dulcinéia Catadora a las 16 da tarde do dia 8 de outubro. Salve!!!!!!
Aí, gente, muita coisa pra
rolar já, já. Lançamentos de poetas e
escritores importantes:
Frederico
Barbosa, Signicidade
Ricardo
Domeneck, Corpos e Palanques
Luís Serguilha,
Korso
Alice RuizS,
Ná Ozetti e Neco Prates, Três Linhas
Acompanhem!
Também:
Semana Dulcinéia Catadora na
Mercearia São Pedro!
Estamos preparando a Antologia Trêbada, com
escritores que frequentam a Merça e não
participaram da primeira, a famosa Antologia
Bêbada, que teve edição nova, com capas de
pãpelão, ano passado. Está para "estourar"
até o fim de agosto. Nos vemos na Merça,
então!
E Mais:
Johana Kunin, que está pesquisando todas as
cartoneras da América Latina, num
recorrido prá lá de bacana, desde
janeiro deste ano, chegou em Sampa pra ficar
com a gente na oficina por uns tempos. Quer
conhecer a hermosa Johana? Passe lá, na
oficina!
Besos a todos, fico por aqui.
Entrevista Lúcia Rosa
publicada no PNET Literatura
Lançamento livro de sambas da
Alla Kolombolo e do Marcelo Ariel
2 de junho de 2009 - Casa das
Rosas - Coletivo Dulcinéia Catadora
(versão final)
Muito animado o evento que
encerrou nossa programação na Casa das
Rosas. Marcelo Ariel autografou O Céu
no Fundo do Mar, belíssimo livro. O segundo
dele para o nosso "catálogo". Me Enterrem
com a Minha AR15 foi lançado em 2007.



Participamos, dias
20, 21 e 22, do Salon Light, feira
de livros e impressos que aconteceu
na Galeria Vermelho, onde nossos
livros são vendidos, em parceria com
o CNEAI (Centre National de
l'Édition et de l'Art Imprimé,
França). E a troca entre os
integrantes do JAMAC e Dulcinéia
Catadora foi muito boa! Livros com
fundo pintado em guache à la
Dulcinéia, mais impressão
serigráfica à la JAMAC. O resultado,
essas capas, prenúncio de um
trabalho conjunto que logo, logo
será realizado.
Lucas, 17 anos, há mais de um
ano no Dulcinéia, gostou demais.
E a feira, primeirona no Brasil,
foi agitadíssima. Muitos
artistas transitando, querendo
conhecer o pessoal do CNEAI,
trocas de trabalhos, escambo do
mais puro, e-mails etc. Valeu
pessoal da Vermelho/Tijuana -
Edu, Ana, Carol, Marina, Marcos,
Caio, todos queridos.
E Tânia Rego não parou de clicar o
pessoal no lançamento dos livros O Corpo
Possível e Minialturas. Dar câmera na
mão de fotógrafa é isso que dá... A
Tânia é nossa querida, e sempre que pode
está junto com o coletivo.
O
pessoal foi conferir a ocupação em
papelão, em sala na Casa das Rosas.
Olha só o Lucas clicado na nossa
"ocupação" na Casa das Rosas. Ao
fundo, uma frase que fala das
diferenças: Picasso, o seu Azul
é diferente do meu, do Israel de
Abreu.
Autógrafos, muitos amigos
compareceram ao lançamento
de Felipe e Renan. Jovens
poetas que agora entram para
o nosso "catálogo".


Ontem, dia 25, que
não foi à Casa das
Rosas perdeu uma
mesa incrível com
Cristina Freire e
Monica Nador. Com
uma clareza absoluta
e tranquilidade de
quem sabe do que
está falando,
Cristina falou do
artista pesquisador,
que não está mais
preso ao ateliê,
antenado com as
questões de seu
tempo, comentou
projetos
colaborativos, em
rede, e apresentou
"a oficina de
editoração" do
Eloísa na 27 Bienal;
falou também de
Miralda e outros
tantos artistas que
estiveram no Brasil,
alguns deles fizeram
residência em
estados do Br, como
Tadej Pogacar, que
apresentou na
abertura da bienal o
desfile da Daspu.
DEMAIS!!!

E Monica encantou a
todos ao apresentar
vídeo de seu
trabalho em Santo
André, com o
coletivo JAMAC.
Ótima maneira de
comemorar dois anos
de Dulcinéia,
retomando o início,
a formação do
coletivo no Brasil,
fruto da convivência
e troca de
experiências, de
visões de mundo que
Peterson, Andréa e
eu mantivemos com o
Eloísa Cartonera,
agregando a força da
participação do
Movimento Nacional
dos Catadores de
Recicláveis. Um
momento para pensar
a arte e para
repensarmos sempre
nossos fazeres e
atuação como
artistas. Valeu.
Na mesa com Ademir Demarchi,
Marcelino Freire, mediada por Carlos
Rosa, muito se falou de ação
cultural como resistência.
Papo-cabeça, Oiticica, Glauco, Waly
Salomão, Cooperifa, saraus da cidade,
blogs e uma mensagem clara: seguir
em frente, minar o campo aos poucos,
provocar rachaduras no cimento, na
terra seca, que algo brota.

Lançamentos. Uma mensagem carinhosa
por vídeo de André Carneiro, e
leituras de poemas de Tatiana Fraga
com acompanhamento acústico. Palavra
contundente, palavra-mulher. Forte.
Demais.

Olhaí, nem bem terminamos março e já estamos com
um pé na frente, em abril, maio, junho, julho...
É, fora vários lançamentos que divulgaremos em
breve, teremos mais agito!
É, em ABRIL (18) teremos lançamento em Santos de
livros de Haikai, aqueles (já) famosos, que
estamos fazendo em formato A6 (pocket), dos
autores Teruko Oda, Eunice Arruda, Regina Alonso
e João Tolói. Será na Pinacoteca Benedicto
Calixto,sabadão, às 16 horas.
Em MAIO, sairá um conto de nosso amigo Bressane
na revista Continuum, do Itaú Cultural, com
ilustração nossa. Amamos o lo-conto de Bressane.
É o portunhol selbagem devorando o português
antropiofagicamente!
Em MAIO também estaremos no ponto de leitura
Olido. Mas falta marcar data! Aguardem!
Em JUNHO termos programação intensa na Casa das
Rosas - comemoração de 2 ANOS de DULCINÉIA!!!
Festão!
Em JULHO também teremos programação intensa.
Cruzo os dedos para se confirmar, depois divulgo.


Fomos a Tiradentes. Na foto, preparação
para oficina, no dia seguinte, quinta, e
intervenção na sexta. Peterson, Tânia,
Ana, Carlos e eu, esquentando as
turbinas ao som de blues. Muita gente
boa. Conhecemos Bete Bullara, com quem
trabalhamos.

Na escadaria, os 60 degraus
receberam, cada um, uma palavra.
Baseadas na história criada pelas
crianças e jovens que participaram
da oficina, que recebeu Liberdade
como título, as palavras agrupavam-se
em torno das idéias de prisão,
criação e liberdade. A criação como
veículo para a liberdade. Essa
tríade se reflete entre os catadores
que participam do nosso coletivo.
Será a saída?


E Tiradentes foi uma festa
só! Pelas ruas, paradas para
poesias.
Foto: Ana Dangelo
Os livros confeccionados pelo coletivo brasileiro
radicado em São Paulo Dulcinéia Catadora ganharam
estrada neste final de ano. O projeto foi
apresentado durante o II Encontro de Jornalismo para
o Desenvolvimento Sustentável na América Latina,
promovido pela ONG Avina, em Cartagena das Indias,
Colômbia.
Marvadas, de Sebastião Nicomedes, Auto-retrato aos
90, de Manoel de Barros, Sarau, dos poetas da
Cooperifa, haikais e outros tantos títulos de
autores do nosso continente editados com papel
reciclado e capas de papelão pintadas a mão pelos
artistas do Dulcinéia Catadora foram recebidos com
encantamento pelos 60 jornalistas latino-americanos
presentes no encontro.
"É maravilhoso ver este trabalho, vou levar a
Guadalajara, quem sabe a idéia não se espalha por lá",
comentou o jornalista mexicano Agustín Del Castillo.
A fotógrafa colombiana Olga Rodriguez levou dois
exemplares de haikais para seus netos e adorou as
capas únicas, conservando ainda a rasura do papelão
recolhido nas ruas de São Paulo. Os livros viajaram
ainda para a Argentina, Paraguai, Uruguai e Chile. "Esta
é uma proposta genial que ganha adeptos por onde
passa, como um vírus, vai contagiando as pessoas
pela arte, pela alegria", disse o professor de
Economia da Universidade Iteso do México e colunista
do diário Milênio, Luiz Miguel Gonzalez.
A rádio boliviana ligada a Fundação Amigos da
Natureza gravou reportagem sobre o selo editorial
brasileiro, tratando da sua origem, público
envolvido e o princípio da convivência de diferentes
universos que orienta o Dulcinéia Catadora.
A partir do ano que vem, o Dulcinéia Catadora estará
também na biblioteca da Casa Daros Rio de Janeiro,
centro cultural de arte contemporânea que será
inaugurado na capital fluminense, com foco na
produção latino-americana.
Ana Dangelo
* Quem tiver o Guia da Vila do próximo mês
poderá ler uma matéria sobre Dulcinéia Catadora.
É conferir.
* Wilson Bueno nos deu mais um título: O Gato
Peludo e o Rato-de-sobretudo. Será um lançamento
simultâneo. Por enquanto, as cartoneras da
Argentina e Paraguai já toparam. Depois vou
espalhar para as outras companheiras da América
Latina. Lançamentos simultâneos agora são o top
de linha. Cartoneras da AL, uni-vos!!!
*
Logo, logo, atravessaremos o Atlântico. Lá vai
nossa primeira remessa para Portugal!
Veja São Paulo:
Livros de arte por R$ 5,00
Foto: Fernando Moraes
Eduardo Brandão,
sócio da Galeria Vermelho
"Escolhi estes livretos não só pelo preço, mas
porque considero que têm o espírito da arte. Eles
foram bolados pelo grupo Dulcinéia Catadora, que
cria pinturas sobre papelão reciclado. Os próprios
integrantes, orientados por artistas plásticos, são
os autores."
•
Onde encontrar: Mercearia São Pedro. Rua Rodésia,
34, Vila Madalena,
3815-7200.
Dulcinéia Catadora esteve no Festival de Cinema de
Tiradentes participando da Oficina da Bete Bulara -
Cineduc -, com intervenção dos jovens oficineiros
nas fotografias que eles produziram durante a
oficina da Bete e que se baseou em um texto infantil
"O equilibrista" de Fernanda Lopes de Almeida, Ed.
Ática. Do trabalho saiu um livro com as capas
Dulcinéia Catadora desenhada pelos alunos da oficina.
Depois, o Cortejo pela cidade, com todos os
oficineiros do evento, com banda, megafone e tudo
mais, até o Centro Cultural na rua Direita onde a
escadaria foi forrada com as palavras relacionadas
com Prisão, Criação e Liberdade, o que chamou a
atenção de muita gente, até do Jards Macalé, um dos
homenageados do evento, e que por coincidência
estava hospedado na Pousada Quixote, daí rolou um
papo Dulcinéia-Macalé-Quixote no caminho de volta.
Eh, viva! Estiveram lá o Peterson, a Lúcia, a Ana (jornalista),
Tânia (fotógrafa) - que registrou tudo em vídeo e
foto -, e mais eu (escritor e motorista do bando).
Agradecimentos ao carinho dos organizadores,
especialmente, à Mônica e à Denise que deram todo o
apoio necessário para em dois períodos finalizarmos
o processo. Depois, fomos todos mais a Bete no "Atrás
da Matriz", com boa cerveja e comida que ninguém é
de ferro, e muitas idéias para o futuro. E os
autores... Tiveram seus textos viajando por outros
mares. Logo, logo, teremos as fotos.
p róximos
lançamentos
Selos
cartoneras
Animita Cartonera [Chile]
Dulcinéia Catadora [Brasil]
Eloísa Cartonera [Argentina]
La Cartonera [México]
Mandrágora Cartonera [Bolívia]
Sarita Cartonera [Perú]
Yiyi Jambo [Paraguay]
informações
gerais
contato:
dulcineia.catadora@gmail.com
encomenda:
dulcineiacatadora.pedido@gmail.com
endereço:
Padre João Gonçalves, 100 - V. Madalena
telefone:
81980252
pontos de venda:
São
Paulo:
Mercearia São Pedro
- Rodésia, 34
Galeria Vermelho - Minas Gerais,
350
O Autor na Praça - Praça Benedito Calixto
Sebo do Bac - Praça Roosevelt
Santos: Livraria Realejo - Marechal Deodoro, 2
Rio de Janeiro: Susane Bach Comércio de Livros
Visconde Caravelas, 17
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